O Japonês é Inimigo da Raça Branca


A cortesia, a gentileza, a amabilidade e esse negócio de se curvar todo para mostrar cavalheirismo, são coisas esquisitas e muito pouco naturais. São sistemas subterrâneos de infiltração, meios perseverantes de penetração. Ninguém pense que isso é sinceridade. Debaixo do sorriso está o punhal, do beijo, a traição e do cumprimento da cobiça. O japonês é perigoso porque odeia a raça branca. Ele nunca pode admitir que os brancos tenham o domínio do mundo. Esse domínio não é contemplação divina. É trabalho, seriedade, honestidade, dedicação e inteligência. Ao passo que os nipônicos querem adquirir progresso industrial com produtos frágeis e sem duração, querem predomínio através de sistemas pouco lisonjeiros e querem superar os brancos empregando processos ridículos. O catecismo japonês proíbe ser amigo do branco. A obrigação de todo japonês é trabalhar para o futuro domínio mundial do Japão.

Não tenhamos duvidas sobre esse povo que não vacila em desferir golpes naquele que o melhor o tratou e melhor e melhor o acolheu em casa. Ninguém pode ter confiança num amarelo. Ele é falso, é demoníaco. O que o Japão fez aos Estados Unidos é coisa inconcebível de insolência a todas as leis e a todos os princípios de respeito e amor ao próximo. Cuidemos desses rapazinhos de olho pequeno que andam minando a nossa segurança. Não nos poupemos em auxiliar a obra do governo precavido do Brasil.

Folha Vespertina. [Belém, 1940]